Pedes para que te conte
Um sonho que porventura tenha tido
Digo-te que nesse momento
Fiquei dividido
Não soube no segundo qual deles te contar
Sonhei tanto,
Acordei demasiado
Juro-te que sonhei acordado
Pedes a verdade
Aquela que outrora não te pude contar
Não por não ter a certeza que serias tu a tal
Apenas não o via no teu olhar
Pedes um abraço
Sabes que milhares deles te posso dar
Sinto-me bem ao teu lado
E assim espero continuar
Voltas a falar do sonho
Para que te conte o que consegui ver
- Vi um futuro risonho
Não irias nunca sofrer
Abraças-me daquela maneira
Que só tu sabes fazer
Viraste-te para mim e disseste:
- Obrigado pela tua maneira de ser!
Conto-te agora um sonho
Que outrora tive e não te pude contar
O mundo seria meu e teu
Desde o amanhecer até ao luar
Conta-me agora um sonho teu
Fixaste no meu o teu olhar
- O mundo que sempre foi meu
Poderá ser teu
Só precisas de acreditar!
Francisco Milheiro
29 Março 2010
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