quarta-feira, 27 de abril de 2011

Digo porque sinto...

Direi
Sempre que vontade tiver
Voltarei a sentir
Se um dia puder

Não quero esperar
Quero antes apagar…
O que de mal existiu
O que um lado não sentiu…

Os momentos vividos
Serão sempre lembrados
Os segredos secretos
Ser-te-ão revelados

O sorriso genuíno
O abraço sincero
É isso que eu desejo
É por ele que espero

A distância ajuda a encontrar
Um ponto de encontro…
Entre o real e o que não passa…
De um simples sonho

Encontro-te num jardim...
A dançar descalça
Numa relva...
Bem verde e regada

Digo em voz alta: AMO-TE!

Digo porque é a ti
Repito porque sabe bem dizer
Voltava atrás e repetiria
Tudo o que tinha de ser

Falei,
Esperei para ouvir...
Confessei
Porque sei…

Que me vais dizer
A palavra que eu tanto quero ouvir
E já sei que quando o disseres
Vais estar a sentir…

Deixa-me dizer-te
De ti quero ouvir:
Um amo-te
Hoje, amanha, até ao surgir…

De alguém
Que nunca tirará o lugar
Que é teu
Porque me soubeste amar

Tal como eu...
AMO-TE!

Francisco Azevedo
3 de Janeiro 2011

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